Nos EUA, Hu promete não converter China em 'ameaça'

A China prometeu ontem não desencadear uma corrida armamentista com os Estados Unidos nem ameaçar sua vizinhança com uma política expansionista. Expressas ontem, em conferência do Conselho Empresarial China-EUA, as novas promessas do presidente chinês, Hu Jintao, foram além de suas mensagens em favor do "respeito mútuo" da véspera.

AE, Agência Estado

21 de janeiro de 2011 | 07h51

Hu, porém, advertiu novamente os EUA a não se intrometerem nos conflitos de Pequim com Taiwan e com o Tibete. "Nós não nos engajaremos numa corrida armamentista nem nos converteremos em ameaça militar para nenhum país", disse Hu, para assinalar em seguida que a China "nunca perseguiu uma política hegemônica ou expansionista" na Ásia. "Questões relacionadas a Taiwan e ao Tibete dizem respeito à soberania e à integridade territorial da China. Elas tocam o sentimento de 1,3 bilhão de chineses."

O líder chinês reafirmou o interesse em cooperar com os EUA em questões econômicas e político-estratégicas no Pacífico e no sul da Ásia. Sem dar nenhum sinal de mudança na política cambial chinesa, pela qual mantém a moeda artificialmente desvalorizada, ele se disse comprometido a dar impulso a uma "economia socialista orientada para o mercado" e a uma "democracia socialista". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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