Nos EUA, sem-teto acusa dupla de classe média de tortura

Um sem-teto de 47 anos, originário da cidade de Seattle (EUA), foi mantido como ?escravo sexual? durante oito dias numa residência americana de classe média. Ele ficou acorrentado numa câmara de torturas, informam autoridades. O homem, com pés e mãos algemados, escapou saltando por uma janela e pedindo socorro.Michael Aaron Wilson, 45, e William Joseph Fritsch, 22, foram acusados por seqüestro, estupro e agressão. O escritório do xerife disse que a casa dos dois acusados incluía uma saleta equipada com material eletrônico de hospital, duas mesas de cirurgia, câmeras de vídeo, brinquedos sexuais, chicotes e material de contenção, como correntes e algemas - incluindo coleiras de cachorro.De acordo com os depoimentos prestados, os acusados confirmaram a descrição feita pelo sem-teto (que foi hospitalizado) sobre os eventos ocorridos na casa, mas alegaram que todas as atividades sexuais foram consensuais. Policiais disseram que Wilson e Fritsch conheceram a vítima numa sala de bate-papo na Internet, enviaram-lhe uma passagem de ônibus e o capturaram no ponto de chegada.

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