REUTERS/Jim Bourg
REUTERS/Jim Bourg

Trump recebe os três americanos que estavam detidos na Coreia do Norte

Kim Dong-chul, Kim Sang-duk e Kim Hak-song desembarcaram em Washington junto ao secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo

O Estado de S.Paulo

10 Maio 2018 | 04h47
Atualizado 10 Maio 2018 | 06h15

WASHINGTON - Os três americanos libertados na quarta-feira pela Coreia do Norte chegaram na madrugada desta quinta, 10, em Washington. Eles desembarcaram na base aérea de Andrews, onde o presidente americano, Donald Trump, a primeira-dama, Melania Trump, e o vice-presidente, Mike Pence, os aguardavam.

+ Saiba quem são os americanos libertados que estavam detidos na Coreia do Norte

+ Trump diz que local e data de cúpula com Kim foram definidos e serão anunciados em breve

Os libertados são Kim Dong-chul, de 64 anos, Kim Sang-duk, de 58 anos, e Kim Hak-song, de cerca de 60 anos, todos de origem sul-coreana que se naturalizaram americanos. Os três deixaram Pyongyang na quarta-feira a bordo do avião do secretário de Estado americano, Mike Pompeo. Após uma escala no Japão, eles foram transferidos para um avião militar, no qual voaram até Washington.

+ Kim Jong-un se reúne com Xi Jinping pela segunda vez antes de encontro com Trump

+ Trump insinua que encontro com Kim pode ocorrer na fronteira entre as Coreias

A expectativa agora é que os americanos sejam transferidos para o Centro Médico Militar Nacional Walter Reed, perto de Washington, embora Pompeo tenha afirmado que eles "parecem estar em bom estado de saúde". O secretário estava em Pyongyang para preparar o histórico encontro entre Trump e o líder norte-coreano, Kim Jong-un, previsto para os próximos dias. Em uma declaração feita ainda no avião, os americanos agradeceram Trump e Pompeo por "nos trazerem para casa".

Kim Dong-chul, detido em 2015, tinha sido condenado a dez anos de prisão por espionagem, enquanto os outros dois foram detidos há um ano e acusados de "atos hostis" contra o regime norte-coreano. A libertação do trio pode ser interpretada como um gesto de boa vontade de Pyongyang antes do esperado encontro com Trump. / EFE

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.