, O Estado de S.Paulo

14 de abril de 2010 | 00h00

Voto em parte do Sudão é congelado por 2 meses

A Comissão Eleitoral do Sudão anunciou ontem o congelamento por dois meses do processo eleitoral (foto) em algumas circunscrições que registraram problemas logísticos. As eleições legislativas, presidenciais e regionais - as primeiras multipartidárias no Sudão em 24 anos - começaram domingo e deveriam terminar ontem, mas foram estendidas até amanhã.

PERU

Líder do Sendero pede acordo humanitário

O "Camarada Artemio", um dos chefes do Sendero Luminoso, pediu que a Cruz Vermelha e a Igreja Católica intercedam para mediar um acordo humanitário "que ponha fim a uma guerra sem sentido" iniciada nos anos 80 entre o governo e o grupo guerrilheiro. Ele garantiu que não entregará as armas e insistirá numa negociação política que leve a uma anistia e a uma "reconciliação nacional".

GUERRA AO TERROR

Paquistão admite morte de mais de 70 civis

Pelo menos 71 civis morreram no sábado num bombardeio das Forças Armadas paquistanesas na região da fronteira com o Afeganistão. A informação foi confirmada por fontes do governo e sobreviventes. Segundo autoridades, o avião atacou o vilarejo acreditando que era um reduto insurgente. Dezenas de pessoas ficaram feridas.

ÁSIA

Presidente quirguiz admite renunciar

O presidente deposto do Quirguistão, Kurmanbek Bakiyev, disse ontem que renunciará ao cargo se as autoridades interinas garantirem sua segurança e a de sua família. O anúncio foi feito pouco depois de o governo de facto criado pela oposição anunciar a supressão da imunidade de Bakiyev. A chefe interina do governo, Roza Otunbayeva, disse que garantias de segurança foram dadas a Bakiyev, mas não deixou claro se elas valem para a família dele.

TAILÂNDIA

Manifestantes ameaçam atacar premiê tailandês

Manifestantes tailandeses, conhecidos como "camisas vermelhas" (foto), ameaçaram ontem invadir o quartel do Exército onde o premiê Abhisit Vejjajiva se estabeleceu após a Comissão Eleitoral recomendar na segunda-feira a dissolução do partido dele. No sábado, choques entre a polícia e manifestantes, que exigem a dissolução do governo, deixaram 21 mortos.

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