Nova York é processada por incomodar fotógrafos e turistas

A polícia de Nova York precisa de umtreinamento melhor para destinguir cidadãos que respeitam a leie tiram fotos dos pontos turísticos da cidade dos suspeitos departicipar de ações terroristas, afirmou uma ação judicialaberta na quinta-feira pela União da Liberdade Civil de NovaYork. O processo foi registrado contra a cidade e o comissário depolícia Raymond Kelly, em nome de Arun Wiita, de 26 anos, umestudante de graduação da Universidade de Columbia, dedescendência indiana. Ele disse que foi revistado e detido após ser visto por umpolicial tirando fotos próximo a uma estação de metrô emManhattan, em julho. A união pela liberdade disse que a polícia tem incomodadofotógrafos, "particularmente aqueles de aparência racial doOriente Médio ou do Sul asiático", de acordo com documentosapresentados a um tribunal federal. "Há uma repressão contínua que temos ouvido da comunidadede fotógrafos já há muitos anos", disse Christopher Dunn,diretor da União pela Liberdade Civil de NY e advogadoresponsável pelo caso. A entidade apresentou dezenas de relatos de "má experiênciacom policiais sobre filmagem", desde os ataques de 11 desetembro de 2001, e "especialmente nos últimos três ou 4 anos",disse ele. O porta-voz do Departamento de Polícia, Paul Browne, disseque os policias, "em raras ocasiões" questionam pessoas queestão fotografando no metrô e em alguns outros locais. Mas ele considerou a prática como necessária para combatero terrorismo, alegando que houve um grande números de "plantasenvolvendo fotografia do metrô, pontes e prédios importantes deNova York desde 11/09".

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