Nova York inicia racionamento de gasolina

A cidade de Nova York começou a racionar gasolina à medida que as temperaturas permanecem baixas, as filas continuam longas e a compra devido ao pânico se prolonga mais de 10 dias depois de uma supertempestade surpreender a infraestrutura da maior cidade da América.

AE, Agência Estado

10 de novembro de 2012 | 11h41

O prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, afirmou que os cortes poderão durar outras duas semanas e que somente um quarto dos postos de gasolina da cidade estavam abertos. Alguns não têm energia e outros não poderão obter combustível de terminais.

"Isso é destinado a permitir que todos tenham uma oportunidade justa", disse Bloomberg sobre o novo sistema, baseado em placas pares e ímpares, que deixa os motoristas encherem o tanque de dois em dois dias.

No entanto, a estimativa de Bloomberg foi contestada pelo Departamento de Energia, que afirmou que mais de 70% dos postos da cidade têm gasolina disponível para a venda.

A supertempestade Sandy matou mais de 100 pessoas em inúmeros Estados, e seus prejuízos foram estimados em até US$ 50 milhões. O valor deixa a tempestade como a segunda mais cara da história do país, atrás do Furacão Katrina, em 2005. As informações são da Associated Press.

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