Nova Zelândia abrirá vala comum para vítimas não identificadas de terremoto

Polícia identificou 169 das 181 vítimas que foram declaradas desaparecidas após tremor; autoridades acreditam a maioria desses mortos estavam no edifício da emissora de TV

Efe,

31 Março 2011 | 03h27

SYDNEY - A Nova Zelândia depositará em uma vala comum os restos mortais das 12 vítimas do terremoto de Christchurch, em 22 de fevereiro, que não puderam ser identificadas, indicaram fontes oficiais nesta quinta-feira, 31.

 

A polícia identificou 169 das 181 pessoas que foram declaradas desaparecidas após o tremor de 6,3 graus na escala Richter que atingiu a segunda maior cidade do país, informou o juiz de instrução Neil McLean à "Radio New Zealand".

 

McLean assinalou que será impossível identificar todos os restos mortais, em sua maioria fragmentos de ossos e dentes.

 

As autoridades acreditam que a maioria destas vítimas morreu no edifício da emissora de televisão de Canterbury, onde se encontravam vários estudantes estrangeiros de um curso de idiomas.

 

A maior parte dos mortos são neozelandeses, mas há vítimas proveniente da Austrália, Canadá, China, Coreia do Sul, Estados Unidos, Filipinas, Irlanda, Israel, Japão, Tailândia, Taiwan e Turquia, segundo os dados policiais.

 

Segundo o governo, a reconstrução custará US$ 15 bilhões e a catástrofe freará o crescimento da economia da Nova Zelândia em 1,5%.

 

A catástrofe custará às companhias de seguros entre US$ 6 bilhões e US$ 12 bilhões, de acordo com os cálculos da Swiss Re, uma das principais seguradoras do mundo.

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