Nova Zelândia condena presença de navio japonês

A Nova Zelândia afirmou nesta segunda-feira estar "profundamente aborrecida" com a entrada de um navio baleeiro do Japão na zona econômica exclusiva. O país convocou um diplomata sênior japonês para reclamar sobre o incidente.

AE, Agência Estado

10 de fevereiro de 2014 | 02h00

O ministro de Relações Exteriores da Nova Zelândia, Murray McCully, disse que autoridades em Wellington convocaram o vice-diretor da missão da embaixada japonesa para tornar claro o descontentamento com a presença do navio Shonan Maru 2 na zona econômica exclusiva da Nova Zelândia.

"Nós pedimos que nossas pessoas em Tóquio passem uma mensagem similar ao Ministério de Relações Exteriores do Japão", disse McCully, em entrevista à Radio New Zealand. O ministro explicou que o navio japonês não entrou no território neozelandês, apesar de invadir a zona econômica.

O navio possui autorização legal para navegar na zona, mas o ministério afirmou ter deixado claro aos oficiais japoneses que a embarcação não era bem-vinda. Em comunicado divulgado no domingo, o ministério classificou a decisão japonesa de ignorar os pedidos da Nova Zelândia como "inútil, desrespeitosa e míope".

McCully afirmou que a Nova Zelândia, que é um dos principais oponentes ao programa baleeiro do Japão, considerará medidas adicionais para "garantir que os japoneses entendam quão irritante isso é". O ministro não especificou os próximos passos. Fonte: Associated Press.

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