Nova Zelândia prende 17 pessoas em operação antiterrorista

Grupos de ativistas indígenas, ecologistas e supostos paramilitares são detidos em campo de treinamento do país

Efe e Associated Press,

15 de outubro de 2007 | 07h59

A polícia da Nova Zelândia deteve durante uma operação antiterrorista pelo menos 17 pessoas nesta segunda-feira, 15, entre elas ativistas maoris, descendentes de indígenas neo-zelandezes, pacifistas e ecologistas, supostos membros de vários grupos paramilitares, segundo informou a rádio estatal. O diretor da Polícia neozelandesa, Howard Broad, informou que as operações ocorreram em supostos campos de treinamento na baía de Plenty, no norte do arquipélago, naa capital, Wellington, e as cidades de Auckland e Christchurch, entre outras. Os detidos "estavam treinando o uso de armas de fogo e de outras armas. As atividades para os que estavam em treinamento eram de caráter militar", acrescentou o policial. De acordo com Broad, os alvos das pequenas organizações seriam locais e até o momento das prisões não haviam sido descobertas conexões internacionais. Durante a batida, que aconteceu de acordo com a nova lei para a combate ao terrorismo, os agentes apreenderam diversas armas de fogo não autorizadas e espera-se que alguns dos detidos se apresentem ainda nesta segunda-feira diante dos juízes que investigarão ocaso. Cerca de 300 agentes participaram das operações, realizadas pela primeira vez com base na lei antiterrorista, aprovada em outubro de 2002 pelo país.

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