EFE/EPA/ALEXANDER ERMOCHENKO
EFE/EPA/ALEXANDER ERMOCHENKO

Novas sanções da UE em razão do conflito na Ucrânia entram em vigor e afetam 19

Um vice-ministro e o vice-comandante das Forças Armadas russos sofreram punições; organizações também estão na lista

O Estado de S. Paulo

16 de fevereiro de 2015 | 09h29

As novas sanções impostas pela União Europeia a 19 pessoas e nove organizações envolvidas no conflito da Ucrânia entraram em vigor nesta segunda-feira, 16. Entre os afetados estão o vice-ministro de Defesa da Rússia, Arkady Bakhin, e o parlamentar russo e cantor de renome Iosif Kobzon. As punições estabelecem o congelamento de ativos e proibição de viagens.

Na semana passada, ministros de Relações Exteriores do bloco decidiram implementar as sanções em resposta ao aumento da violência no leste da Ucrânia no fim de janeiro. Os nomes dos punidos, porém, só foram revelados nesta segunda com a entrada em vigor das sanções.

As punições tiveram como alvo oficiais e organizações separatistas que atuam na Ucrânia, mas vários russos também fazem parte da lista. Além de Kobzon, que fez um concerto de apoio a líderes rebeldes em Donetsk, e Bakhin, que teria contribuído para o deslocamento de tropas russas para território ucraniano, também foi punido Andrei Kartapolov, vice-comandante das Forças Armadas da Rússia.

Entre as entidades que sofreram sanções estão grupos armados conhecidos como batalhão da Morte e Guarda Nacional dos Cossacos.

A UE alertou que poderá ampliar as sanções se o recém-anunciado acordo de cessar-fogo na Ucrânia, que passou a vigorar no fim de semana, não for respeitado. Por outro lado, se a trégua se mantiver nas próximas semanas, a expectativa é que o bloco discuta a redução ou retirada de algumas das sanções impostas. /DOW JONES e EFE

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