Nove radicais detidos por ataques no Marrocos fogem da prisão

Condenados por atentados em Casablanca, em 2003, escapam por túnel até o lado de fora da penitenciária

Agências internacionais,

07 de abril de 2008 | 11h34

Nove presos fundamentalistas condenados pelos atentados terroristas de maio de 2003 em Casablanca, no Marrocos, conseguiram fugir nesta segunda-feira, 7, da prisão central de Kenitra, informaram fontes da administração penitenciária do Marrocos.   Dois dos presos que fugiram estão condenados à pena de morte, enquanto os outros quatro receberam apenas penas de prisão perpétua e os outros três receberam penas de 20 anos de prisão. A fuga foi descoberta pela administração penitenciária após a contagem diária dos detentos.   Os fundamentalistas conseguiram fugir através de um túnel escavado até a saída da prisão a partir das duas celas nas quais estavam detidos, acrescentaram as fontes. Na história do centro penitenciário há várias tentativas de fuga fracassadas por causa de suas fortes medidas de segurança e das duas enormes muralhas que a cercam.   Os atentados de Casablanca aconteceram em 16 de maio de 2003, quando 12 terroristas promoveram cinco atentados simultâneos contra prédios de interesse empresarial e diplomático da Espanha, Bélgica e Israel. Um dos locais atingidos foi um restaurante freqüentado por membros da colônia espanhola no Marrocos. Pelo menos 33 pessoas morreram nos ataques.

Tudo o que sabemos sobre:
MarrocosCasablancaatentado

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.