Novo ataque das Farc deixa 500 mil pessoas sem eletricidade na Colômbia

Em Bruxelas, onde participa de cúpula entre Celac e União Europeia, presidente Juan Manual Santos chamou ato de 'irracional e terrorista'

O Estado de S. Paulo

11 de junho de 2015 | 12h48

BOGOTÁ - Um novo ataque atribuído às Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) deixou cerca de 500 mil de moradores do departamento colombiano de Caquetá, no sul do país, sem energia elétrica, ação condenada em Bruxelas pelo presidente Juan Manuel Santos.

O fato aconteceu na noite de quarta-feira na torre 98 da linha de interconexão elétrica Altamira-Florencia que leva energia a Caquetá, informou o exército.

A governadora Martha Liliana Agudelo lamentou esta nova atuação das Farc que, também deixou as escuras Florencia, a capital regional. Em sua conta no Twitter ela escreveu que o ato, que foi praticado com explosivos, "afeta à sociedade civil".

O presidente colombiano, que está em Bruxelas participando da 2ª Cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) e União Europeia, condenou o novo ataque das Farc, que se soma a outros atentados cometidos nos últimos dias contra estruturas petrolíferas, energéticas e de água potável.

"São atos irracionais, como os atos terroristas que estão cometendo explodindo as torres para deixar povoações inteiras sem luz. O que aconteceu em Caquetá, o que aconteceu em Tumaco, o que aconteceu em Buenaventura. Isso não tem qualquer explicação", manifestou o chefe de Estado. / EFE

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