Novos parlamentares tomam posse no Paquistão

Os integrantes recém-eleitos da Assembleia Nacional do Paquistão foram empossado neste sábado, 1, marcando oficialmente a primeira transição de poder entre governos civis democraticamente eleitos em quase 66 anos de história.

AE, Agência Estado

01 de junho de 2013 | 12h09

Entre os desafios dos novos legisladores estão a escassez de energia que deixa alguns paquistaneses sem luz por até 20 horas por dia; uma economia fragilizada que pode forçar a nação de maioria muçulmana a buscar uma resgate internacional; e a atividade militante em curso pelo Taleban e outros grupos extremistas no país, cuja violência já matou milhares de pessoas na última década e mantém tensa a aliança do Paquistão com os Estados Unidos.

Chegando ao edifício do Parlamento em Islamabad sob forte esquema de segurança, os legisladores foram imediatamente cercado pelos repórteres. No centro das atenções estava o primeiro-ministro, Nawaz Sharif, cuja Liga Muçulmana do Paquistão ganhou com folga as eleições de 11 de maio.

O partido conquistou 176 assentos entre as 342 cadeiras da câmara baixa do Parlamento. O partido dos dirigentes anteriores, o Paquistão Popular, ficou com apenas 39 assentos.

"Estamos enfrentando muitos desafios, mas se Deus quiser, vamos superá-los", disse Sharif, que serviu duas vezes como primeiro-ministro na década de 1990 antes de ser deposto em um golpe militar, em 1999. Com 63 anos, sua posse está prevista para a próxima semana. As informações são da Associated Press.

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