Número de mortos em terremoto na China sobe para 589

Nove pessoas ainda estão desaparecidas; número de feridos na província de Yunnan, no sudoeste do país, passa de 2,4 mil

O Estado de S. Paulo

06 de agosto de 2014 | 09h36

 

PEQUIM - As autoridades provinciais de Yunnan, no sudoeste da China, elevaram nesta quarta-feira, 06, para 589 o número de mortos no terremoto que abalou a região no domingo, 179 a mais do que o número divulgado ontem. Nove pessoas ainda estão desaparecidas. O número de feridos passa de 2,4 mil.

Entre os mortos, 504 se encontravam no condado de Ludian, o mais atingido pelo terremoto de magnitude 6,5 na escala Richter, e 72 no de Qiajoia, informou hoje a agência oficial Xinhua. As fortes chuvas que caem na província e os deslizamentos de terra têm complicado os trabalhos de resgate e a chegada de ajuda humanitária.

O Ministério de Assuntos Civis da China pediu que a população se prepare para ajudar e que isso aconteça de forma ordenada e efetiva. "As primeiras 72 horas após um desastre são cruciais. Para garantir o resgate dos sobreviventes, aconselhamos aos voluntários não profissionais que não entrem, por conta própria, na área do terremoto para não atrapalhar o trânsito e as comunicações", disse Pang Chenmin, diretor da agência de ajuda e prevenção de desastres do ministério, segundo a Xinhua.

O primeiro-ministro Li Keqiang garantiu ontem, no local do desastre, que as vítimas em estado mais crítico serão transferidas e pediu a todas as equipes que trabalham no resgate que "não cessem a busca por sobreviventes e desaparecidos". Além disso, anunciou que mais efetivos militares serão enviados para ajudar, e  algumas medidas serão tomadas para prevenir possíveis epidemias. / EFE

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