O atoleiro que aguarda o sucessor de Holbrooke

O sucessor de Richard Holbrooke como enviado especial para Afeganistão e Paquistão herdará problemas quase insolúveis. Uma guerra impopular de nove anos no Afeganistão que se interliga com os desafios do vizinho Paquistão - uma democracia frágil, com seus próprios militantes islâmicos, uma infraestrutura frágil e um Exército poderoso.

Paul Tait e Chris Albritton, O Estado de S.Paulo

15 de dezembro de 2010 | 00h00

O estilo franco e direto de Holbrooke ajudou a levar os líderes em guerra nos Bálcãs a se sentar na mesa de conversações que resultara na assinatura do acordo de Dayton em 1995, seu feito diplomático supremo.

Mas as coisas nem sempre deram certo na Ásia Central - sobretudo no Afeganistão, um nó intrincado de dificuldades religiosas, tribais, étnicas e políticas.

SÃO CORRESPONDENTES DA "REUTERS"

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