, O Estadao de S.Paulo

16 de março de 2010 | 00h00

Japoneses não vivem sem carne de baleia

O futuro das baleias não depende só da briga entre ambientalistas e pescadores. Os consumidores japoneses acostumados a devorar hambúrgueres, sashimis e filés de baleia não querem limitar a caça. "Cada mordida me lembra a merenda do colégio", disse um cliente à BBC.

WALL STREET JOURNAL

iPhone é o fruto proibido na Microsoft

Os trabalhadores da Microsoft são apaixonados por aparelhos eletrônicos e boa parte deles gosta de exibir os últimos modelos. Mas há um, em particular, que muitos na companhia não se atrevem a citar: o iPhone. Isso, claro, porque o aparelho é feito pela Apple, rival histórica da Microsoft. Segundo altos executivos da empresa de Bill Gates, cerca de 10 mil usuários de iPhone estão conectados ao sistema de e-mail dos funcionários da Microsoft. O que significa dizer que cerca de 10% dos empregados da Microsoft não resistiram à tentação de comprar o telefone da rival.

THE NEW YORK TIMES

Um postal para a avó da relatividade

As pilhas de papéis em que Albert Einstein descreve a Teoria da Relatividade, em exibição há duas semanas em Jerusalém, guardam mais do que complexas fórmulas. Há também relíquias pessoais. Em um cartão-postal datado de 1919 , Einstein escreveu: "Querida mamãe. Hoje, algumas boas notícias. Lorentz telegrafou que britânicos comprovaram a deflexão da luz pelo Sol." Só ao final ele acrescenta: "Sinto muito

por saber que você não está passando bem."

LE MONDE

Rei belga rejeita a fama de bilionário

Uma disputa envolvendo o fim da monarquia na Bélgica ganhou ontem um capítulo

insólito. O Palácio Real em Bruxelas divulgou uma nota oficial em resposta ao jornal holandês Het Nieuwsblad, que esta semana publicou uma reportagem na qual o rei aparece como administrador de uma fortuna pessoal de mais de 1 bilhão (R$ 2,4 bilhões). A quantia é 80 vezes maior do que o rei Alberto II

admite ter, algo equivalente a 12,4 milhões (R$ 30,1 milhões).

CNN

No Haiti, ajuda demais atrapalha

Mais de dois meses depois do terremoto que matou ao menos 230 mil haitianos, estudiosos e voluntários no Haiti já discutem os malefícios que o auxílio estrangeiro em excesso poderia trazer ao país. O temor dos grupos de ajuda internacional não é apenas que a população se acostume às doações de comida, água e roupas. A preocupação maior é que o governo local se afeiçoe à boa vida do auxílio internacional e não se organize o suficiente para fazer o Haiti andar pelas próprias pernas em alguns anos. A prioridade no país ainda são as barracas, por causa da temporada de chuva.

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