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, O Estadao de S.Paulo

22 de março de 2010 | 00h00

Mentir nos mapas não só é fácil, é essencial

É impossível reproduzir a Terra em um mapa sem distorcer algumas regiões. O pesquisador americano Mark Monmonier sustenta que mentir nos mapas não só é fácil, "mas essencial". Todas as cartas geográficas são desonestas, segundo ele, pois representam interesses políticos e econômicos de uma época. Por isso o mapa-múndi tradicional, com a Europa dos colonizadores no centro, tende a perder popularidade. O eixo, apontam especialistas, deve se voltar para o Pacífico, entre China e EUA. O site www.worldpapper.com dedica-se especialmente a emprestar novas proporções ao modo como convencionalmente se vê o mundo. O exemplo abaixo mostra a distribuição dos usuários de internet. Como em quase todos os temas relacionados a tecnologia, a África praticamente some.

DAILY TELEGRAPH

Um grande salto para a humanidade

Confiando em um paraquedas, ele já se jogou dos edifícios mais altos do mundo. Saltou também do Cristo Redentor, no Rio. Agora, Felix Baumgartner planeja se lançar de um balão de hélio a 37 quilômetros de altura (um avião, em geral, viaja a 10 quilômetros do solo). Felix faz testes em túneis de vento com uma roupa semelhante à de um astronauta. Ele quer saltar a 1.110 km/h e se tornar o primeiro homem a superar a barreira do som em queda livre.

FOREIGN POLICY

As mais belas fotos das mais terríveis guerras

Um homem segue para o trabalho tranquilamente, com a valise na mão esquerda, o terno e a gravata impecáveis. Isso em Bagdá, sob bombardeio. Um jovem carrega todos os livros que pode tirar dos escombros no Líbano. Diferentes pegadas e sangue sobre a neve deixam no ar a pergunta: o que houve naquele metro quadrado checheno? A última revista Foreign Police traz uma seleção das melhores fotos das piores guerras. O link está no site www.estadão.com.br/e/a26.

THE WASHINGTON POST

Japão faz contas para reaquecer economia

Depois de perder espaço para a China na economia, o Japão faz contas. E não só sobre dinheiro. Nesta ilha do tamanho do Maranhão vivem 127 milhões de pessoas e falta gente. Segundo a ONU, apenas para manter a população, 381 mil estrangeiros deveriam entrar por ano no país durante cinco décadas. Para conservar a parcela em idade de trabalho seria preciso ainda mais: 609 mil imigrantes por ano. Planos para estimular a população a ter mais filhos não dão certo, mas mesmo assim o Partido Democrata, eleito em 2009, não pretende estimular o ingresso de estrangeiros.

NÚMEROS

R$ 1,5 bilhão

FORAM arrecadados ontem para a volta a Darfur de moradores que fugiram da guerra

3 milhões

DE PESSOAS tiveram de

abandonar a região por causa dos combates

300 mil

PESSOAS morreram no

conflito. O Brasil está entre os quatro maiores doadores

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