Cristiano Dias e Rodrigo Cavalheiro, O Estado de S.Paulo

23 de abril de 2010 | 00h00

Barack Hussein Obama é americano, ponto final

Desde a posse, no ano passado, alguns grupos tentam deslegitimar a eleição de Barack Obama. Sustentam que ele não nasceu nos EUA e, portanto, seria inelegível. Os "birthers", defensores dessa tese, são poucos, mas tão insistentes que levaram os legisladores do Havaí, terra do presidente, a aprovar uma lei que os desobriga a comprovar o nascimento de Barack Hussein Obama na ilha, em 4 de agosto de 1961. A última provocação relacionada ao local de nascimento de Obama veio dos deputados do Estado do Arizona. Por 31 votos a 22, eles decidiram obrigar os candidatos a presidente que queiram votos no Estado a exibir sua certidão de nascimento. Obama deve tentar a reeleição em 2012.

ASSOCIATED PRESS

A versão filipina do projeto "mãos limpas"

A presidente filipina, Gloria Arroyo, nomeou sua manicure para dirigir uma agência de Habitação. Gary Olivar ganhará R$ 5,1 mil mensais, o dobro de Arroyo. "Não queremos que o povo diga que os jardineiros e as manicures não merecem postos no governo", disse. Seu mandato termina em 30 de junho, sob críticas.

EL PAÍS

James Dean versus Ronald Reagan

De um lado, James Dean. De outro, sob mira de pistola, Ronald Reagan. A cena de uma série com os dois ícones americanos foi resgatada nos arquivos da rede americana CBS. O capítulo foi emitido em 1954. Dean morreria um ano depois, símbolo da rebeldia. Reagan seria um ator medíocre até presidir os EUA, em 1981.

THE GUARDIAN

"South Park", sob risco por fantasiar a Maomé

Os criadores do desenho animado South Park foram ameaçados depois de incluir em um episódio a figura de Maomé em uma fantasia de urso. O capítulo número 200 foi parcialmente censurado antes da exibição. Os produtores decidiram editar o desenho e só retransmiti-lo sem as referências ao Profeta. O desenho costuma ridicularizar artistas, atletas, políticos, Jesus Cristo, o papa e os canadenses em geral.

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