Rodrigo Cavalheiro, O Estado de S.Paulo

29 de abril de 2010 | 00h00

Quanto dinheiro você já gastou na vida?

Perguntas como essa parecem impossíveis de ser respondidas, mas algumas pessoas tentam. Um programa no computador do engenheiro Robin Barrooah, por exemplo, revela a cada minuto há quanto tempo ele vive nos EUA. Ele também já controlou seu tempo de trabalho, de sono e de calorias consumidas. O objetivo: redistribuir o tempo com base em hábitos ruins. Algo similar faz Ben Lipkowitz, que um dia, enquanto lavava a louça, perguntou-se quanto tempo se dedicava a limpar os pratos dos colegas. Depois de computar suas atividades, concluiu que desperdiçava uma hora por dia na pia. Mudou tudo e agora tem, em um banco de dados, quanto já gastou, o que já comeu e os filmes que viu.

EL PAÍS

China permite entrada de portadores de HIV

De olho na Exposição Universal de Xangai, dia 1º de maio, a China eliminou as restrições a visitas de portadores do HIV. Segundo a ONU, 51 países colocam barreiras aos soropositivos. Destes, cinco não dão vistos a infectados e 23 os deportam ao saber da sorologia (Rússia, China e Austrália estão entre eles).

LIVE SCIENCE

Panda chega à quinta gravidez falsa

As fêmeas dos ursos panda podem engravidar dois dias ao ano. Todos no zoo de Washington pensavam ser o caso de Mei Xiang, mas um ultrassom revelou tratar-se de alarme falso. Pela quinta vez. Não há certeza sobre as razões para que isso se repita, mas suspeita-se que seja pela dieta rica em bambu, pouco energética.

THE MELBOURNE LEADER

Limpadores confundem grafite com pichação

A imagem de um rato com um paraquedas, um dos grafites mais cultuados de Melbourne, na Austrália, foi apagado por operários que removiam pichações. Um desenho similar do autor, conhecido como Bansky, chegou a ser vendido por R$ 832 mil. O artista britânico fez fama na cidade na década de 1980. Os limpadores foram inocentados, já que a área não havia sido relacionada pela prefeitura entre as de interesse cultural.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.