O melhor momento para a intervenção

A hora da sanção máxima, a intervenção militar por uma coalizão agindo sob mandato da ONU, é agora. Restam poucas forças leais ao regime e o equipamento está sucateado. A frota de caças, por exemplo, mal chega a 12 aviões precariamente preparados. Há perto de 250 blindados - entre os quais cerca de 100 brasileiros, Cascavéis e Urutus com 35 anos - prontos para uso. Poucos tanques, não mais de 80.

Roberto Godoy, O Estado de S.Paulo

25 de fevereiro de 2011 | 00h00

A artilharia antiaérea é definida como "limitada" pelo respeitado Instituto de Estudos Estratégicos de Londres. Resta a tropa - cerca de 25 mil homens e mulheres, o que sobra depois que Zonas de Segurança importantes como a de Tobruk aderiram ao movimento rebelde. Equipados com armas leves, compradas em 2009, podem oferecer resistência na luta do tipo rua a rua, casa a casa. O ditador Muamar Kadafi é defendido por mercenários. A qualidade desse grupo, todavia, caiu. Eram muitos europeus. Agora são quase todos africanos, violentos e sem treinamento.

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