O plano que não saiu do papel

Após reunir-se com Bashar Assad, em abril, Kofi Annan, ex-secretário-geral da ONU, propôs um plano de paz com seis pontos, que deveriam ser adotados tanto por Damasco como pelos opositores. Primeiro, os dois lados deveriam dialogar com Annan. Em segundo lugar, ambos deveriam "se comprometer a cessar a violência", com supervisão da ONU, incluindo "a retirada de tropas do governo de centros urbanos". O terceiro ponto previa o estabelecimento de uma "pausa humanitária" diária de duas horas. O quarto aspecto do plano de paz exigia que as pessoas presas arbitrariamente fossem soltas. A liberdade de movimento de jornalistas era o quinto ponto. Por último, de acordo com o texto, deveria haver respeito à liberdade de manifestações. Nada disso, no entanto, parece ter sido colocado em prática na Síria.

O Estado de S.Paulo

16 de julho de 2012 | 03h02

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