Obama condena ataque terrorista em Jerusalém

Atentado a sinagoga terminou com seis mortos e vários feridos, entre eles três cidadãos com dupla nacionalidade israelense e americana

O Estado de S. Paulo

18 Novembro 2014 | 16h21

WASHINGTON - O presidente dos EUA, Barack Obama, condenou nesta terça-feira, 18, de maneira "contundente" o ataque terrorista contra uma sinagoga de Jerusalém, que terminou com seis mortos e vários feridos, entre eles três cidadãos com dupla nacionalidade israelense e americana.

"Não há e não pode haver justificativa para esses ataques contra civis inocentes", afirmou Obama por meio de um comunicado divulgado pela Casa Branca.

Obama afirmou que neste "momento delicado em Jerusalém, é extremamente importante que os líderes israelenses e palestinos e os cidadãos cooperem juntos para diminuir as tensões, rejeitar a violência e buscar um caminho para a paz".

Além disso, afirmou que "as orações dos americanos estão com as vítimas e os familiares dos falecidos e feridos nesse horrendo ataque".

As vítimas foram identificadas pelas autoridades como Mosheh Twersky, Aryeh Kupinsky e Cary William Levine, com dupla nacionalidade americana-israelense; e o britânico-israelense Avraham Shmuel Goldberg.

Todos eles eram rabinos que participavam da oração matutina em uma sinagoga situada no bairro de Har Nor, em Jerusalém Ocidental.

Os dois palestinos responsáveis pelo ataque, que ainda deixou oito feridos, foram mortos pela polícia israelense na sequência. Esse foi o atentado mais violento ocorrido em Jerusalém desde 2008. / EFE

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