Obama condena quarentenas para agentes de saúde

Obama condena quarentenas para agentes de saúde

Presidente dos EUA também afirmou que enquanto a epidemia existir na África, a possibilidade de casos nos EUA seguirá existindo

O Estado de S. Paulo

29 de outubro de 2014 | 19h37

O presidente dos EUA, Barack Obama expressou frustração com as políticas que podem desencorajar os profissionais de saúde a atuarem nas regiões mais atingidas pelo ebola. Ele afirmou que medidas que tentam isolar o país do vírus não vão funcionar.

"A verdade é que até que a epidemia pare na África Ocidental, nós vamos continuar a ver casos individuais do vírus nos EUA nos próximos meses. Essa é a natureza do mundo atual", afirmou Obama após uma reunião nesta quarta-feira com agentes de saúde que trataram pacientes de ebola na África.

O presidente elogiou os trabalhadores voluntários e pediu que as autoridades estaduais e locais não restrinjam viagens desnecessariamente. "O que precisamos agora são essas tropas de choque que estão lá fora", declarou.

O presidente não citou nenhum estado nesta quarta-feira, embora as divergências entre as diretrizes federais e as políticas estaduais tenham entrado em foco após uma enfermeira que voltou de Serra Leoa ser colocada em quarentena e protestar contra o tratamento que recebeu. Fonte: Dow Jones Newswires.

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