Obama condena violência na Líbia; EUA estudam medida

O presidente dos EUA, Barack Obama, condenou a violência do governo da Líbia contra os opositores do regime de Muamar Kadafi, classificando-a como "ultrajante" e "inaceitável", e disse estar preparando uma "série completa" de medidas para impedir que a situação se agrave.

GUSTAVO NICOLETTA, Agência Estado

23 de fevereiro de 2011 | 20h05

"A violência precisa parar", disse Obama durante um pronunciamento na Casa Branca. Ele não mencionou quais medidas os EUA poderiam tomar para tentar estimular o fim dos confrontos violentos na Líbia, mas sinalizou que os norte-americanos estão avaliando a imposição de sanções e conversando com os representantes de outros países.

"Numa situação volátil como esta, é imperativo que as nações do mundo falem em uma só voz e esse tem sido o nosso foco", acrescentou. Obama pediu à Líbia que respeite os direitos fundamentais da população, afirmando que o país possui a responsabilidade de zelar por esses direitos. "O governo da Líbia possui a responsabilidade de abster-se da violência". O presidente dos EUA disse que seu país está fazendo tudo o que é possível para proteger os seus cidadãos na Líbia. As informações são da Dow Jones.

Tudo o que sabemos sobre:
LíbiaObamaEUAviolência

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.