Obama: conflito no Afeganistão é 'guerra de necessidade'

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, chamou a guerra do Afeganistão de uma "guerra de necessidade" para defender os EUA contra outro possível assalto de terroristas que em 2001 lançaram os atentados contra Washington e Nova York. Obama disse que manterá a pressão militar norte-americana na Ásia Central, ao mesmo tempo em que eliminará gastos da defesa considerados um desperdício.

AE, Agencia Estado

17 de agosto de 2009 | 15h43

Obama ressaltou sua visão em discurso na Convenção de Veteranos em Guerras Estrangeiras, evento que aconteceu hoje em Phoenix, no Arizona. Ele disse que a guerra no Afeganistão "não é uma guerra de escolha" mas é "fundamental para a defesa do nosso povo". Os terroristas islamitas que maquinaram os ataques de 11 de setembro de 2001 contra Nova York e Washington "estão conspirando para fazer isso de novo" com a ajuda de aliados extremistas no Afeganistão e no Paquistão, disse Obama na conferência.

Ele reiterou que a campanha dos EUA no Afeganistão não será fácil ou rápida e ressaltou que só colocará soldados em perigo quando for totalmente necessário. Obama também afirmou que deu aos militares uma missão clara e os equipamentos e meios para cumpri-la. Obama iniciou uma revisão do orçamento militar que inspecionará como a cúpula militar faz negócios com a indústria bélica. As informações são da Dow Jones.

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