Obama defende 'ativamente' proibição a armas de assalto

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, apoia "ativamente" os esforços no Congresso para reinstituir no país uma proibição às vendas de armas de assalto.

AE, Agência Estado

18 de dezembro de 2012 | 17h08

Obama declara-se contrário à comercialização desse tipo de armamento há anos, mas não conseguiu fazer avançar um projeto de lei para proibi-lo durante seu primeiro mandato.

Agora, em um momento no qual os EUA tentam se recuperar do massacre da semana passada em uma escola em Connecticut, a senadora Dianne Feinstein anunciou planos de apresentar um projeto de lei no início do próximo ano.

Hoje, o secretário de Imprensa da Casa Branca, Jay Carney, disse que Obama também é a favor de um projeto que feche a "brecha" na lei que permite a comercialização de armas sem a checagem de antecedentes.

De acordo com Carney, Obama tratou desses assuntos por telefone nesta terça-feira com o senador Joe Manchin, um democrata conservador que declarou-se aberto a discutir meios de prevenir chacinas como a da semana passada, na qual um atirador matou 26 pessoas, inclusive 20 crianças de seis e sete anos, antes de suicidar-se. As informações são da Associated Press.

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