Obama defende cessar-fogo imediato entre Israel e o Hamas

Presidente americano expressou preocupação com o número de civis mortos no enfrentamento iniciado dia 8

Cláudia Trevisan, correspondente / Washington, O Estado de S. Paulo

21 de julho de 2014 | 14h36

WASHINGTON - O presidente dos EUA, Barack Obama, defendeu um cessar-fogo imediato entre Israel e o Hamas e disse estar "seriamente preocupado" com as mortes de civis dos dois lados do conflito. "O trabalho não será fácil", declarou na manhã desta segunda-feira, 21, na Casa Branca, reconhecendo a "enorme paixão" despertada pelo confronto entre israelenses e palestinos.

O secretário de Estado John Kerry viajou nesta segunda para o Egito, onde tentará convencer os dois lados a chegarem a um acordo que permita a suspensão do enfrentamento, iniciado em 8 de julho. Desde então, mais de 400 palestinos morreram. Pelo menos 100 deles eram crianças. "Não queremos mais ver civis mortos", declarou Obama.

No domingo, o Conselho de Segurança (CS) da ONU também pediu o fim imediato de hostilidades na Faixa de Gaza e expressou séria preocupação com a escalada da violência na região. A ONU fez um apelo pelo respeito das leis humanitárias internacionais, incluindo a proteção dos civis e insistiu na necessidade de conseguir tréguas entre as duas partes por razões humanitárias.

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