Obama defende investimento em fontes de energia limpa

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, visitou hoje o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (conhecido por suas iniciais em inglês, MIT) disposto a retomar a discussão sobre o uso de fontes de energia limpa. Obama afirmou que os US$ 80 bilhões destinados à energia como parte de um pacote de estímulo de US$ 787 bilhões por ele aprovado no início do ano farão com que "o maior investimento em energia limpa da história não apenas ajude a encerrar esta recessão, mas também a estabelecer as fundações de uma prosperidade duradoura", declarou a mestres do MIT, políticos e líderes empresariais locais.

AE, Agencia Estado

23 de outubro de 2009 | 17h53

"Há quem vá alegar que a adoção de energia limpa destruirá nossa economia, mas sem perceber que o sistema empregado por nós atualmente coloca em risco nossa prosperidade e nos impede de criar milhões de novos empregos", afirmou Obama.

O pacote de estímulo prevê investimentos em tecnologia elétrica para veículos híbridos, aperfeiçoamento da eficiência energética e o fomento a fontes renováveis de energia, como aquela proveniente do vento e do sol. Obama tem prometido reduzir rapidamente os índices de emissão de gases causadores do efeito estufa em seu país, rompendo com a política de seu antecessor, George W. Bush.

No entanto, o projeto de lei que levaria à redução das emissões industriais perdeu seu momento no Congresso porque as propostas de reforma do sistema de saúde e de regulamentação do mercado financeiro demoraram muitos meses mais do que o esperado.

Assessores de Obama chegaram a acreditar que o Senado dos EUA aprovaria uma nova lei de energia a tempo da cúpula das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, previstas para dezembro em Copenhague. Agora, a expectativa mais otimista é de que o projeto de lei chegue ao Senado no início de 2010.

Hoje, Obama pediu aos congressistas americanos que deixem de lado as divergências partidárias para que o projeto siga adiante e observou que "as pessoas que fingem que isso não é importante estão sendo marginalizadas". As informações são da Dow Jones.

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