Obama diz que continuará pressão para reformular saúde

O presidente Barack Obama e os líderes democratas insistem que irão continuar pressionando para reformular o sistema de saúde norte-americano apesar da perda de controle do Senado. Eles apenas ainda não decidiram como o novo sistema de saúde será ou como conseguirão aprová-lo.

AE-AP, Agencia Estado

23 de janeiro de 2010 | 18h10

Um auxiliar de um senador democrata disse neste sábado que líderes da Câmara dos Representantes e do Senado estão considerado mudanças na lei do sistema de saúde que foi aprovada pelo Senado para que o plano fique aceitável também para a Câmara. Existe a expectativa de que os senadores democratas usariam emendas através de procedimentos orçamentários especiais que requerem apenas 51 votos e, desta forma, venceriam as táticas dos republicanos para atrasar a medida. A Câmara dos Representantes aprovaria a lei do Senado, enviando-a para a assinatura de Obama e permitindo que a reforma do sistema de saúde se torne lei.

Mas o auxiliar, que descreveu as discussões em condição de anonimato por conta da sensibilidade da questão, disse que nenhuma decisão foi tomada ainda. A estratégia seria politicamente arriscada porque iria enraivecer os republicanos, e a legislação não possui grande apoio popular. Obama sabe que está indo em direção a um pouco de confusão com a oposição.

Um democrata importante sugeriu que o Congresso reduza a velocidade de análise da reforma do sistema de saúde, o que é um sinal de erosão de vontade política, depois que os republicanos venceram no Senado em Massachusetts na terça-feira. O senador democrata Chris Dodd, de Connecticut, disse que Obama e os legisladores devem "dar um respiro" por cerca de um mês ou seis semanas. As informações são da AP.

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