Obama elogia fim da restrição a gays militares

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, emitiu um comunicado nesta terça-feira, no qual se disse confiante que a retirada da proibição de que militares abertamente homossexuais sirvam nas Forças Armadas irá melhorar a segurança nacional americana. A lei "não pergunte, não conte", que vigorava desde a era Clinton, na década de 1990, foi banida hoje.

AE, Agência Estado

20 Setembro 2011 | 15h12

"Patriotas americanos em uniforme não terão mais que mentir sobre quem eles são para servir o país que amam", disse Obama. "A partir de hoje, nossas Forças Armadas não perderão mais a extraordinária destreza e experiência de combate de tantos militares gays e lésbicas", afirmou o mandatário.

O Exército dos EUA distribuiu um comunicado nesta terça-feira, no qual informou laconicamente que "a lei foi repelida" e lembrou aos soldados que eles precisam se tratar com humanidade e cordialidade.

"A partir de hoje, gays e lésbicas servirão no nosso Exército com a dignidade e o respeito que merecem", disse o comunicado do Exército, assinado pelo secretário da arma, John M. McHugh, pelo chefe de Estado-Maior do Exército, o general Raymond Odierno, e pelo sargento-major Raymond F. Chandler III.

As informações são da Associated Press.

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