Obama lança site para desbaratar rumores caluniosos

Página da internet desmente boatos sobre o candidato que circulam sobre a rede

REUTERS

12 de junho de 2008 | 12h28

O candidato democrata à Presidência dos Estados Unidos, Barack Obama, lançou um site de Internet para desbaratar os rumores surgidos a respeito de sua fé religiosa e de seu patriotismo, além dos que tratam das opiniões da mulher dele sobre o racismo.     Veja também: Veja o site Obama tem 6 pontos de vantagem sobre McCain, diz pesquisa Obama recupera eleitorado feminino Obama x McCain  Conheça a trajetória dos candidatos Cobertura completa das eleições nos EUA O site oferece respostas detalhadas a rumores que continuam circulando pela rede mundial de computadores e por meio de publicações conservadoras a despeito dos esforços para colocar-lhes um ponto final. A página ainda conclama os simpatizantes do candidato a enviarem por e-mail para outras pessoas estas respostas.  Entre os boatos desmentido pela página, está o de que a mulher do senador, Michelle, que é negra como seu marido, nunca usou o termo racialmente carregado "whitey" (algo como "branquelo"). A acusação surgiu em alguns blogs conservadores. Michelle nunca discursou nos dois eventos onde, segundo os comentaristas conservadores, teria dado aquela declaração, afirma a página de Obama. O site também tenta rebater os falsos rumores sobre o candidato, que enfrentará o republicano John McCain nas eleições de novembro, ser muçulmano. "O senador Obama nunca foi muçulmano, não foi criado como muçulmano e é um cristão convicto", diz a página. Uma fotografia mostra o democrata segurando uma Bíblia enquanto toma posse no Senado norte-americano. A imagem serve para rebater os boatos de que teria usado um Alcorão ao fazer esse juramento. Um perfil da CNN a respeito da escola indonésia que Obama frequentou na infância é usado para rebater os rumores sobre o local apregoar uma versão radical do islamismo. O site também oferece o contexto para trechos de livros do candidato usados para dar a impressão de que alimentaria sentimentos radicais. E contém um vídeo no qual Obama faz um juramento à bandeira norte-americana, rebatendo boatos de que se negaria a realizar esse ato. (Reportagem de Andy Sullivan)

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