AP Photo/Pablo Martinez Monsivais
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Obama pede que americanos não fiquem temerosos após ataques e Trump critica Casa Branca

Candidato republicano à presidência dos EUA acusou líder de minimizar ameaça representada pelo Estado Islâmico e de permitir que o risco de ataques aumente no país

O Estado de S.Paulo

19 de setembro de 2016 | 13h59

WASHINGTON - O presidente dos EUA, Barack Obama, pediu nesta segunda-feira, 19, aos cidadãos de seu país que não sucumbam ao "medo" após os ataques deste fim de semana em Nova York, New Jersey e Minnesota. Ele fez uma breve declaração à imprensa em um hotel nova-iorquino, onde se encontra para participar da Assembleia-Geral da ONU.

Após a fala de Obama, a campanha do candidato republicano à presidência dos EUA, Donald Trump, acusou a Casa Branca de minimizar a ameaça representada pelo Estado Islâmico e de permitir que o risco de ataques no país aumente sob o governo de Obama.

"Diminuir a ameaça que o governo Obama permitiu se materializar sob seus cuidados coloca a todos em risco e é mais um lembrete de que precisamos de uma nova liderança na luta contra o terrorismo islâmico radical", disse o porta-voz de Trump, Jason Miller, em comunicado.

No fim de semana, uma bomba explodiu no bairro de Chelsea, na cidade de Nova York, ferindo 29 pessoas, e outro artefato explosivo foi encontrado nas imediações. Até cinco artefatos explosivos foram encontrados em Elizabeth, New Jersey, e uma pequena bomba explodiu perto de uma cidade litorânea da região.

Em outro incidente, um homem esfaqueou nove pessoas em um shopping center do centro de Minnesota no sábado antes de ser morto a tiros por um policial de folga. No domingo, o Estado Islâmico assumiu a responsabilidade pela ação, chamando o agressor de "soldado". A Polícia Federal dos EUA (FBI, na sigla em inglês) disse estar investigando o ataque como um possível ato de terrorismo. / EFE e REUTERS

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