Obama pede urgência na reforma no seguro saúde

O presidente norte-americano Barack Obama defendeu, neste sábado, uma reforma expressiva no sistema de saúde, pedindo urgência ao Congresso na sua aprovação. Os republicanos não estão se apressando em votar a reforma porque consideram o plano de Obama um fardo financeiro. Obama adotou um tom agressivo ao falar de sua prioridade interna pelo sexto dia consecutivo. A crescente resistência no Congresso - inclusive de democratas conservadores - deixou as autoridades da Casa Branca preocupados com a expectativa de terem de enfrentar um caminho mais duro para legislar do que eles tinham imaginado.

AE-AP, Agencia Estado

18 de julho de 2009 | 10h13

Obama disse que o debate no Congresso se divide em se as negociações irão continuar, deixando este problema de saúde sem solução à medida que mais famílias e negócios entram na crise e mais americanos estão perdendo sua cobertura ou se a oportunidade deve ser aproveitada para que a reforma do seguro saúde seja aprovada em 2009. Segundo o presidente, esta oportunidade pode ser única em gerações.

Durante toda a semana, Obama tentou projetar confiança de que a aprovação da reforma estava garantida. Durante um encontro a portas fechadas com líderes judeus, na segunda, ele brincou que a única coisa mais difícil que aprovar a reforma da legislação do seguro saúde era negociar a paz no Oriente Médio. E, na sexta-feira, ele fez um pedido para que os legisladores façam cortes de custos mais profundos para acalmar as preocupações sobre os grandes gastos que serão feitos para cobrir os milhões de americanos que atualmente estão sem seguro.

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