Obama promove projeto para controlar armas

Presidente pede medidas duras para tirar das ruas armamentos de 'guerra' em visita a Minneapolis, cidade que reduziu em 40% a violência armada entre jovens

WASHINGTON, O Estado de S.Paulo

05 de fevereiro de 2013 | 02h06

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pediu ontem que novas medidas sejam tomadas para que as "armas de guerra" não continuem nas ruas do país durante. O pedido foi feito em um discurso em Minneapolis (Minnesota), cidade que conseguiu reduzir em 40% a violência armada entre seus jovens.

"Se hoje pudermos salvar uma vida, temos a obrigação de tentar", disse Obama, em sua primeira viagem a outro Estado para impulsionar seu projeto de um maior controle de armas e obter o apoio da população.

O presidente, para quem "é hora" de tomar medidas de "senso comum", voltou a dizer que é necessário proibir a posse de armas de assalto e de carregadores de alta capacidade, assim como estabelecer um sistema universal de checagem de antecedentes.

O presidente revelou seu projeto para um maior controle das armas em resposta ao ataque a tiros em uma escola de Newtown, no Estado de Connecticut. Ele prometeu usar todo o poder concedido por seu cargo para lutar pelas propostas, muitas das quais enfrentam oposição de parlamentares e do lobby das armas, liderado pela Associação Nacional do Rifle.

A Casa Branca divulgou, no sábado, uma foto de Obama, no qual ele treina com um fuzil, para mostrar que o presidente não é hostil às armas e também gosta de praticar tiro ao alvo. / AP e EFE

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