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Obama quer rapidez para aprovar reforma da NSA

HAIA,  HOLANDA - O presidente dos EUA, Barack Obama, disse ontem em Haia, na Holanda, que espera que o Congresso americano aprove rapidamente a reforma da Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês) para minimizar a "preocupação não apenas dos países aliados, mas principalmente de cidadãos comuns", sobre o programa de vigilância do país. As medidas do novo plano acabariam com a coleta em massa de milhões de registros telefônicos nos EUA e no mundo.

Adriana Carranca , Enviada especial - O Estado de S.Paulo

26 de março de 2014 | 02h01

A agência passaria a coletar as informações diretamente nas empresas de telefonia e apenas com autorização judicial. Questionado sobre o impacto das revelações do ex-agente de inteligência Edward Snowden nas relações dos EUA com líderes europeus e de outros países, Obama disse que "qualquer problema pode afetar a relação entre países, mas não as define".

Preocupações. "Acho que os temores sobre a privacidade na era da internet são justificados", afirmou Obama. "No entanto, se você é apenas um cidadão comum, em qualquer um desses países, sua privacidade não está sendo invadida."

O presidente americano disse, no entanto, que o plano de revisão permitirá à NSA lidar com os riscos de um ataque terrorista ao mesmo tempo em que "responde às preocupações" dos críticos da agência de vigilância, de governos e de cidadãos a respeito do sistema de armazenamento de dados usado pelos EUA.

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