Obama reafirma apoio a plano de paz no Oriente Médio

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Barack Obama, afirmou hoje que Israel ficará cada vez mais isolado, caso não ocorra um processo de paz crível no Oriente Médio. Ao discursar para a comunidade judaica em Washington, Obama disse que "nós não podemos bancar a perda de mais uma década, ou mais duas décadas, ou mais três décadas, sem alcançarmos a paz".

AE, Agência Estado

22 de maio de 2011 | 14h00

Nesta semana, Obama afirmou que apoia as fronteiras de antes da Guerra dos Seis Dias, de 1967, como ponto de partida para o diálogo entre israelenses e palestinos. Neste domingo, Obama disse que a defesa dessas fronteiras reflete a necessidade urgente de um acordo entre as duas partes e já era a posição do governo. A Organização das Nações Unidas (ONU)defende a criação do Estado palestino também levando-se em conta essa fronteira.

O presidente notou que pode haver trocas de terras, caso ocorram acordos entre as partes para isso. Obama disse que levou o tema a público pois a demora mina os prognósticos para a paz e a segurança de Israel.

Obama também afirmou que uma votação nas Nações Unidas nunca levará à criação do Estado palestino, mas este precisa ser fruto de um diálogo. Ele pediu ao grupo muçulmano Hamas que reconheça Israel, e reafirmou o compromisso dos EUA com a segurança israelense.

As informações são da Associated Press e da Dow Jones.

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