Obama viaja à Ásia para fortalecer laços

O presidente americano, Barack Obama, chegou ontem à Tailândia em sua primeira parada de um tour com o objetivo de reforçar a cooperação com países da região Ásia-Pacífico, que ele considera de "máxima prioridade".

BANGCOC, O Estado de S.Paulo

19 de novembro de 2012 | 02h03

Obama declarou, em uma entrevista coletiva ao lado da premiê tailandesa, Yingluck Shinawatra, que os EUA são e sempre serão uma nação do Pacífico que busca "expandir o comércio e os investimentos" na região e, assim, criar postos de trabalho para os americanos.

Ele disse que outras três prioridades de seu país são fortalecer as alianças estratégicas com as nações da região, promover a cooperação em matéria de saúde e contra o tráfico de pessoas, assim como estreitar os laços no âmbito militar.

Os EUA consideram a Tailândia um aliado-chave na região com o qual pretendem modernizar a cooperação bilateral em defesa, o que inclui manobras militares para preparar ações de ajuda humanitária em caso de eventuais desastres naturais e de melhoria da vigilância para prevenir a pirataria marítima.

Hoje, Obama viaja para Mianmar (antiga Birmânia), na primeira visita de um presidente americano em exercício ao país governado por um regime militar desde 1962. Em Rangum, a antiga capital do país, Obama se reunirá com o presidente birmanês, Thein Sein, e a líder de oposição e Prêmio Nobel da Paz, Aung San Suu Kyi. Durante sua visita, Obama buscará incentivar o processo de reformas democráticas empreendido pelo atual governo.

Obama declarou ontem que sua visita a Mianmar não significa que esteja "aprovando" o processo democrático, mas "reconhecendo" o progresso obtido pelo governo birmanês para conduzir o país à democracia. Depois, ele irá para o Camboja, última etapa da visita. / EFE e AP

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