OEA entra na luta contra o terrorismo

Um comitê interamericano que estava praticamente desativado será dotado, a partir da próxima semana, de poderes que não tinham sido previstos quando ele foi criado há quase três anos. O Comitê Interamericano Contra o Terrorismo (CICTE), criado pelos chanceleres americanos em junho de 1999 na Guatemala, se tornará uma superdivisão da Organização dos Estados Americanos (OEA), com poderes que todos os membros da comunidade hemisférica parecem estar dispostos a aceitar. Os embaixadores e peritos que estão trabalhando em sua nova estrutura não sabem quanto tempo irá durar o novo organismo. Alguns temem que seja muito tempo, já que não se sabe quanto irá durar a luta contra o terrorismo. Outros, como o embaixador argentino Raúl Alberto Ricardes, um dos estrategistas da CICTE, disse que gostaria que essa luta terminasse "dentro de dois anos". A partir dos ataques de 11 de setembro, o CICTE - que se encarregava de dar acompanhamento a uma velha convenção contra o terrorismo que considera como ato terrorista o seqüestro de uma pessoa - começou a ganhar novas dimensões. O novo CICTE terá três objetivos básicos: eliminar as atividades terroristas que possam levar a um ataque; negar apoio e abrigo territorial a qualquer grupo terrorista e melhorar a capacidade dos Estados para combater o terrorismo. Leia o especial

Agencia Estado,

22 Janeiro 2002 | 17h42

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