OEA pede a Cuba libertação de prisioneiros doentes

O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza, pediu hoje ao governo de Cuba que realize um gesto humanitário e liberte os prisioneiros doentes. "Peço formalmente às autoridades cubanas que deixem sair as pessoas que estão doentes e deem uma solução humanitária para a crise. Fazer um gesto desse tipo não enfraquece, mas engrandece", disse ele.

AE-AP, Agência Estado

30 de março de 2010 | 18h52

Sobre a longa greve de fome de Guillermo Fariñas, o secretário-geral da OEA afirmou que "a esta altura, o que se deve fazer é pedir às autoridades que definitivamente resolvam a crise. O que não lhes convém é que essa pessoa morra, como aconteceu anteriormente (com o dissidente Orlando Zapata Tamayo).

Fariñas afirmou que não interromperá seu protesto até que sejam libertados os 26 dissidentes presos. No momento, o chileno Insulza está em visita ao país natal. Suas declarações foram feitas depois de ele se reunir, na sede do governo, com o presidente Sebastián Piñera.

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