Ofensas e insultos ganham espaço no fim da campanha

A campanha eleitoral americana deste ano tem sido uma das mais agressivas e repletas de ofensas pessoais da história. Sites publicam boatos sem checar, simpatizantes dos candidatos usam táticas pouco éticas para conseguir atrair votos e personalidades tentam chamar a atenção quando podem.

NOVA YORK, O Estado de S.Paulo

26 de outubro de 2012 | 03h03

Para completar, os Super PACs, como são chamados os fundos sem relação direta com as campanhas, atacam abertamente seus adversários.

Nos últimos dias, o bilionário Donald Trump voltou a ser o centro das atenções ao fazer uma proposta para Barack Obama divulgar seu histórico escolar nos anos de estudante de Ciência Política na Universidade Colúmbia e, posteriormente, na Universidade Harvard. Em troca, doaria US$ 5 milhões para uma instituição de caridade.

Em outro episódio, republicanos da Flórida enviaram cartas afirmando aos leitores que estavam sendo investigados "por serem eleitores ilegais". Democratas, por sua vez, afirmavam para eleitores republicanos que eles poderiam votar por telefone.

Os políticos tampouco ficam atrás. Romney declarou apoio a um candidato ao Senado que se posiciona contra o aborto em casos de estupro "porque Deus quis que fosse assim". Obama, por sua vez, disse em entrevista para a revista Rolling Stone que "crianças possuem um bom instinto". "Eles olham para o outro candidato e dizem: ele (Romney) é um mentiroso". / G.C.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.