Ofensiva do governo deixa 15 mortos na Somália

Uma ofensiva lançada ontem pelo governo da Somália deixou pelo menos 15 mortos, segundo autoridades e uma testemunha. A fraca administração, apoiada pelas Nações Unidas, tenta retomar o controle de áreas dominadas pelos militantes, disseram hoje funcionários. O governo afirma que a ofensiva já teve alguns sucessos, com os militantes fugindo de pelo menos uma cidade perto da fronteira com o Quênia.

AE-AP, Agência Estado

18 de outubro de 2010 | 11h48

O Ministério da Informação da Somália informou que 11 militantes do grupo Al-Shabab e um soldado do governo morreram em confrontos. Uma testemunha disse que pelo menos três civis também morreram por causa da violência. Não é possível verificar os relatos de modo independente.

A Somália não tem um governo que controle de fato o país desde 1991. Os Estados Unidos e a Itália estão ajudando a pagar por treinamento para as forças do governo combater os militantes. Houve confrontos na região de Bakol, perto da fronteira com a Etiópia, e o governo afirmou que suas forças retomaram o distrito de Beled-Hawa, no sudoeste da Somália, área fronteiriça com o Quênia.

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