REUTERS/Damir Sagolj
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Oficial chinês tenta manter jornalistas longe de Obama e se desentende com assessor americano

Chegada do presidente dos Estados Unidos à China foi marcada por episódios inesperados, como a briga entre dois funcionários chineses e a ausência de escadas para Barack Obama descer do avião

O Estado de S.Paulo

03 de setembro de 2016 | 21h14

HANGZHOU, CHINA - Um desentendimento entre um assessor da Casa Branca e um oficial chinês, além de outros funcionários diplomáticos, ocorreu logo após o Força Aérea Um pousar em Hangzhou, na China, onde está acontecendo a reunião do G20.

Os problemas começaram quando notou-se que não havia escadas para o presidente americano Barack Obama sair da aeronave e chegar ao carpete vermelho, obrigando-o a usar uma saída alternativa.

Em seguida, ainda na pista de pouso, uma briga foi desencadeada entre um dos assessores de Obama e um oficial chinês, que proibiu os jornalistas que viajavam ao lado do presidente de chegar perto dele. A medida seria uma quebra na tradição observada toda vez que um líder americano chega a um país.

Quando um oficial da Casa Branca insistiu que são os Estados Unidos que determinam as regras para seu presidente, o funcionário chinês gritou: “Esse é o nosso país! Esse é o nosso aeroporto!”.

Além disso, outro oficial chinês tentou manter a conselheira de segurança nacional de Obama, Susan Rice, longe de seu chefe. Quando questionada sobre o episódio por um repórter, ela pareceu incomodada com a situação. “Eles fizeram coisas que não estavam previstas”, disse Susan.

Mais tarde, dois oficiais chineses - um deles contratado para auxiliar a delegação americana - tiveram que ser apartados após tentarem agredir fisicamente um ao outro do lado de fora de um dos eventos previstos na agenda de Obama na China. / Associated Press

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