OMS debate mudanças após críticas sobre atuação no surto de Ebola

A Organização Mundial da Saúde (OMS) está debatendo como realizar uma reforma na instituição após os problemas na resposta ao surto de Ebola. A reação à doença apresentou um desempenho lento, que custou milhares de vidas, segundo especialistas. No domingo, diretores executivos da OMS discutiram propostas que poderiam transformar radicalmente a agência de saúde da Organização das Nações Unidas, em resposta a fortes críticas sobre sua atuação durante a epidemia na África Ocidental.

Estadão Conteúdo

25 de janeiro de 2015 | 14h17

"O surto de ebola apontou que precisamos mudar urgentemente", afirmou Margaret

Chan, diretora geral da OMS. Ela reconheceu que a agência demorou para entender a importância do surto da doença, que matou mais de 8.600 pessoas, segundo estimativas.

Críticos afirmam que as reformas que são debatidas são necessárias há muito tempo, mas expressam ceticismo sobre quanto das práticas mudariam de forma significativa.

"O nível de insatisfação e a falta de confiança na OMS por causa do Ebola chegou a tal ponto que, a menos que haja uma reforma fundamental, acho que podemos perder a confiança de uma geração na OMS", afirmou Lawrence Gostin, diretor do Centro de Colaboração de Saúde Pública e Direitos Humanos da OMS. Fonte: Associated Press.

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