ONU condena medidas rigorosas de controle do ebola

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki Moon, afirmou que profissionais de saúde que retornarem dos países mais atingidos pelo ebola "não devem ser submetidos a restrições que não são baseadas na ciência".

Estadão Conteúdo

27 de outubro de 2014 | 15h21

O porta-voz de Ban, Stephane Dujarric, afirmou nesta segunda-feira que o secretário-geral acredita que "aqueles que formam infectados devem ser apoiados, não estigmatizados".

A ONU vai cumprir com as políticas de saúde, sejam elas do governo dos EUA, do estado de Nova York ou de outro lugar, mas Dujarric afirmou que quaisquer restrições de quarentena "devem ser baseadas na ciência e também devem ser baseadas no respeito".

Cerca de 450 profissionais de saúde foram infectados no surto e 244 morreram. A ONU tem funcionários em todos os três países mais atingidos na África Ocidental, Guiné, Libéria e Serra Leoa. Fonte: Associated Press.

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