ONU cria comissão para melhorar ações contra a aids

A Organização das Nações Unidas (ONU) criou uma comissão para para promover mudanças na comunicação feita para a prevenção da aids em todo o mundo. O marqueteiro Nizan Guanaes foi um dos escolhidos. Além do brasileiro, estão na comissão o arcebispo Desmond Tutu, ganhador do Prêmio Nobel da Paz; a descobridora do vírus HIV e prêmio Nobel de Medicina Françoise Barré-Sinoussi; os ex-presidentes da França Jacques Chirac e do Chile Michelle Bachelet; o cofundador da rede social Facebook Chris Hughes e o astro do basquete Magic Johnson.

AE, Agência Estado

22 de julho de 2010 | 08h24

Nos últimos 30 anos a aids matou 25 milhões de pessoas e ainda contamina 2,7 milhões a cada ano. O acesso a remédios é essencial, mas uma forte campanha de prevenção é a única forma de frear a epidemia. A Aliança Internacional HIV/Aids alertou que o custo anual de combate à epidemia pode chegar a US$ 35 bilhões (R$ 62 bilhões) em 2030 se os governos não investirem corretamente em medidas de prevenção.

A intenção é de que a comissão indique uma forma reforçar a ideia da prevenção. A ONU teme que essa mensagem não esteja chegando à população dos países mais pobres, que questões religiosas e morais continuem sendo obstáculos e governos tenham como prioridade apenas a compra de remédios. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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