ONU desmente reunião e Ban pede diálogo

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, condenou ontem o ataque de artilharia da Coreia do Norte a uma ilha da Coreia do Sul e transmitiu sua "profunda preocupação" à presidência do Conselho de Segurança da ONU, atualmente ocupada pela Grã-Bretanha.

Gustavo Chacra CORRESPONDENTE / NOVA YORK, O Estado de S.Paulo

24 de novembro de 2010 | 00h00

Ban, que já foi chanceler da Coreia do Sul, disse em um comunicado que este foi um dos mais graves incidentes envolvendo os dois países desde a guerra (1950-53) e pediu aos dois lados que resolvam suas diferenças por meio "do diálogo e meios pacíficos". Inicialmente, especulou-se que a questão seria levada ao conselho, mas, depois, Ban disse que ninguém pediu uma reunião extraordinária do órgão para debater a questão.

Um diplomata do Conselho de Segurança disse que esperava-se discutir ontem o incidente entre as Coreias durante uma programada reunião sobre o Oriente Médio. A Coreia do Norte sofre sanções impostas pelo Conselho de Segurança. Maso regime de Pyongyang conta com o apoio da China, que tem poder de veto no CS e sempre busca abrandar o teor das resoluções contra seu aliado.

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