ONU e defensor público condenam atentados e massacre na Colômbia

O escritório da ONU para os Direitos Humanos e o Defensor Público da Colômbia condenaram os atentados contra dois ônibus urbanos em Bogotá, que deixaram um morto e vinte feridos, e o massacre de camponeses em Sucre, no norte. O Escritório na Colômbia do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos e o defensor público, Vólmar Pérez, lamentaram os ataques com explosivos contra veículos de transporte urbano em dois bairros populares de Bogotá, na quinta-feira. Terrorismo "Em conseqüência destes criminosos ataques morreu uma criança e, pelo menos, 20 pessoas ficaram feridas, entre elas seis menores de idade", comentou a representação da ONU, destacando que "por sua natureza e por suas características, estes dois graves fatos de violência devem ser considerados atos de terrorismo". O mesmo escritório condenou os "assassinatos seletivos" dos líderes camponeses Hasis Jiménez Montes, Euclídes Causago, Marcial José Salazar Méndez, Segundo Soto e o professor Arturo Santos Guzmán, cometidos em Ovejas, 800 quilômetros ao norte de Bogotá. Enquanto isso, o defensor público expressou, em comunicado, que "o que aconteceu é lamentável e doloroso, especialmente quanto às crianças queimadas, que vão ficar com seqüelas em seus rostos e em suas vidas". Disse também que "a sociedade deve reagir com energia, colaborando com a polícia e os corpos de segurança do Estado. Por sua vez, estes organismos devem dobrar os esforços para garantir proteção adequada".

Agencia Estado,

08 Abril 2006 | 02h51

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