ONU pede que ajuda estrangeira chegue logo ao Paquistão

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu à comunidade internacional que acelere a ajuda ao Paquistão depois das piores inundações do país em décadas, que mataram mais de mil pessoas.

ZEESHAN HAIDER, REUTERS

15 de agosto de 2010 | 09h58

As enchentes, estimuladas pelas chuvas torrenciais das monções, inundaram vales de Paquistão e terras férteis, deixando mais de 1.600 mortos e 2 milhões desabrigados.

Seis milhões de pessoas ainda precisam de alimentos, abrigos ou remédios, segundo as Nações Unidas.

Mas com uma área do tamanho da Itália afetada por inundações, o governo e as agências de ajuda humanitária têm encontrado dificuldades para levar auxílio aos atingidos.

A ONI informou sobre os primeiros casos de cólera em meio a temores de um problema maior.

Algumas vítimas mendigam ou realizam saques.

Pontes caíram, as rodovias estão inundadas e aldeias ficaram ilhadas em um dos países mais pobres da Ásia.

"Somente um quarto dos 459 milhões de dólares da ajuda necessária para a assistência inicial chegou", segundo a ONU.

"Estou aqui (...) para demonstrar minha compaixão e solidariedade ao povo e ao governo do Paquistão neste momento", afirmou Ban ao chegar ao país.

"Estou aqui também para pedir que a comunidade internacional acelere a ajuda."

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