ONU pressiona governo congolês a prender estupradores

A enviada da Organização das Nações Unidas (ONU), Margot Wallstrom, que tenta coibir a violência sexual no conflito do Congo, está instando o governo congolês a combater e acusar judicialmente os insurgentes que recentemente conduziram estupros em massa no país africano.

AE-AP, Agência Estado

31 de agosto de 2010 | 19h57

Wallstrom também lembrou aos líderes políticos e militares congoleses que os insurgentes ruandeses e os congoleses Mai-Mai, os grupos acusados pelos estupros, também podem ser acusados no Tribunal Penal Internacional (TPI) da ONU por crimes de guerra e crimes contra a humanidade.

Ela disse hoje que a ONU precisa melhorar sua resposta aos incidentes, como os estupros de 200 mulheres e meninos bebês, que ocorreram num distrito minerador no leste do país. A ONU investiga atualmente porque seus soldados na região não tomaram conhecimento dos ataques.

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