ONU: quase 2 mil são obrigados a sair de casa na Guiné

O Escritório para a Coordenação de Assuntos Humanitários da Organização das Nações Unidas (ONU) informou que pelo menos 1.800 guineenses da étnica peul foram obrigados a fugir de suas casas por causa dos confrontos étnicos que ocorrem antes da eleição presidencial na Guiné.

AE, Agência Estado

28 de outubro de 2010 | 18h01

Alexandre Gashangi, responsável pelo escritório em Conakry, disse que no final de semana famílias peul começaram a se dirigir para as cidades de Diabola e Dinguiraye, no cinturão central do país africano. Essas cidades ficam ao sul de Kankan, a base do candidato malinke Alpha Conde.

O que deveria ser a primeira eleição livre e justa da Guiné tornou-se uma disputa entre os dois principais grupos étnicos. Os peuls são quase unânimes em seu apoio ao político Cellou Dalein Diallo, enquanto os malinkes apoiam Conde. As informações são da Associated Press.

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